Filho do 25 de Abril

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sábado, janeiro 07, 2006

699. Pergunta de um cidadão confuso!

Porque é que uma das ruas do Funchal é fechada pela polícia por causa da campanha dum candidato a Presidente da República?

15 Comments:

  • At 6:54 da tarde, Blogger Bruno Gonçalves said…

    Essa é uma pergunta para levar a sério?

     
  • At 7:09 da tarde, Blogger Ricardo said…

    Essa é uma resposta?

     
  • At 7:11 da tarde, Blogger Bruno Gonçalves said…

    O que achas?

     
  • At 7:22 da tarde, Blogger Vítor Sousa said…

    Vergonhoso, nojonto, paroquiano, sectário. Jardim. Sem esquecer a complacência do agradecido Cavaco.

     
  • At 7:46 da tarde, Blogger Ricardo said…

    Bruno,

    Eu não disse que era uma questão importante! Apenas que é algo que devia ser esclarecido, para sabermos todos quais são as regras do jogo.

    No Público de hoje: "O que já não deu para perceber foi se a ordem de cortar o trânsito na Rua do Aljube (paralela à Sé) foi sua [de Jardim] ou iniciativa da polícia. A agente Mónica Sérgio apenas explicava que o trânsito não tinha sido cortado mas 'simplesmente desviado'"

    Só queria um esclarecimento, nada mais! Foi por causa da segurança pública? Quem autorizou? Quem contratou um grupo para actuar à frente da sede numa hora em que a rua é importante para a mobilidade dos cidadãos? Não quero tornar esta questão algo desproporcionada e, repito, apenas quero ser informado sobre as regras do jogo!

    Abraço,

     
  • At 8:12 da tarde, Blogger Bruno Gonçalves said…

    A pergunta como está formulada, aparenta questionar a razão porque é que uma rua em que por acaso um candidato presidencial passou, foi fechada ao trânsito.

    Quer dizer, Cavaco inaugura uma sede de campanha em frente a uma rua com tráfego. Ao chegar à Madeira quer visitar a sua sede, e como é óbvio os seus apoiantes vão querer estar presentes. Dado que Cavaco é o candidato que mais pessoas está a mobilizar na campanha, é minimamente razoável que a polícia desvie o tráfego para outras ruas.

    Mas pronto, eu percebo onde queres chegar. Não consideras a questão importante, mas as perguntas que colocas remetem para um assunto sério e aparenta que terá quase à partida alguma coisa ilícita.

    Será que se a sede de candidatura de Soares na Madeira, se estivesse localizada em frente a uma rua com tráfego automóvel teria sido fechada ao trânsito?

    Abraço

     
  • At 8:27 da tarde, Blogger Fernando said…

    É óbvio que tem sentido a pergunta. Aquilo não foi nada espontâneo. Estava tudo planeado. E sendo uma concentração de centenas pessoas num lugar público, carece de autorização prévia à entidade competente que pode desautorizar justificando a decisão. Terá sido feito? Deveria ser autorizado? À primeira pergunta não posso responder mas posso duvidar dado que o Jardim põe e dispõem, conforme quer. Quanto à segunda questão, naturalmente que sim, mas era interessante saber como tudo se processou.

     
  • At 10:03 da tarde, Blogger Ricardo said…

    Bruno,

    Não vamos ser ingénuos! O que aconteceu ontem - a música, o trânsito, as presenças - foram cuidadosamente planeados.

    Não retires da minha pergunta interpretações que eu não fiz! Não falei que houve algo de ilícito. Se fosse classificar este tipo de suposto laxismo nas regras da cidade quando a política está envolvida eu usaria outras expressões como uma que o Vítor usou, paroquiano!

    Mas, repito, não vou cair no ridículo de deixar que este tema entre numa dramatização da minha parte porque há, mesmo na Madeira, questões bem mais sérias para resolver. Mas estou, como sempre, atento aos sinais...

    "Será que se a sede de candidatura de Soares na Madeira, se estivesse localizada em frente a uma rua com tráfego automóvel teria sido fechada ao trânsito?"

    Arrisco a dizer que não! Mas, se fosse, seria o primeiro a criticar! Da mesma forma que critiquei Soares aquando do seu ilícito no dia das eleições autárquicas, por exemplo!

    Abraço,

     
  • At 10:08 da tarde, Blogger Ricardo said…

    Fernando,

    Era interessante saber os critérios da polícia e da câmara para sabermos se são iguais perante outras situações idênticas!

    Fernando, já agora como correu a visita de Louçã à Madeira?

    Abraço,

     
  • At 10:37 da tarde, Blogger Fernando said…

    Ó Ricardo eu sou muito suspeito para falar de Louçã (estou a brincar, mas não muito...). Não sei grande coisa. Apenas que foi a maior concentração de pessoas que alguma vez o BE conseguiu reunir na Madeira (mais ou menos 400 pessoas), mas isso não quer dizer muito. Tb aqui perto, em Barcelos, foi um grande almoço (eu não estive presente, mas um colega que esteve lá, comentou que foi maior que o das últimas legislaticas. Na rua está a correr bem, nas sondagens é que nem por isso, mas não perco a esperança de boa surpresa no momento do voto. Há ainda muitos indecisos (20%), grande parte na área do PS que podem decidir tudo. Não gostava, msmo nada, que Cavaco ganhe estas eleições.

     
  • At 3:28 da manhã, Anonymous Max @ Devaneios Desintéricos said…

    "Vergonhoso, nojonto, paroquiano, sectário. Jardim. Sem esquecer a complacência do agradecido Cavaco."

    Nem mais...

     
  • At 4:47 da manhã, Blogger MB said…

    Este comentário foi removido por um administrador do blogue.

     
  • At 4:49 da manhã, Blogger MB said…

    Ahh... então era isso.... Quando vi aquele aparato pensei que eram o saldos da Zara a tentar despachar material da colecção antiga....;)

     
  • At 6:38 da manhã, Anonymous migdef said…

    Ó meus amigos... Não havia necessidade. Realmente, não é importante - nem sintomático, ao contrário do que querem fazer parecer.

     
  • At 12:03 da tarde, Blogger Mr. MA said…

    Favorecimento político é a resposta à tua pergunta, Ricardo.

     

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