Filho do 25 de Abril

A montanha pariu um rato - A coerência colocada à prova - A execução de Saddam Hussein - O Nosso Fado - "Dois perigos ameaçam incessantemente o mundo: a desordem e a ordem" Paul Valéry, "Quando eu nasci, as frases que hão-de salvar a humanidade já estavam todas escritas, só faltava uma coisa, salvar a humanidade", Almada Negreiros - "A mim já não me resta a menor esperança... tudo se move ao compasso do que encerra a pança...", Frida Kahlo

domingo, outubro 15, 2006

920. Alberto João Jardim, o oprimido


Certas políticas conduzem a certos resultados orçamentais. É uma certeza matemática. Quem atira, literalmente, dinheiro ao mar - as opções de investimento da última década são atentados ecológicos e paisagísticos sem qualquer tipo de utilidade económica ou social - fica, com naturalidade, para além de endividado, com estruturas com elevado custo de manutenção e com capacidade de gerar riqueza próxima do zero.

1 + 1 é igual a 2 mas há quem queira transformar esta soma em 3 e, infelizmente, com algum sucesso. 3 representa o resultado dum pensamento político brilhante vindo dum homem com reconhecida honestidade intelectual, ou seja, a culpa da asfixia orçamental a que o povo da Madeira vai estar subjugado no tempo que aí vem é das forças do mal, é do sr. Santos e do sr. Sócrates. Brilhante, caro Jardim.

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